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sábado, 7 de agosto de 2010

Marketing Pessoal 4 - Seja Gerador de Energia

O ser humano tem o poder de contagiar o ambiente e todas as pessoas a sua volta. Em nossas consultorias, por diversas vezes, constatamos que os problemas de turmas inteiras estavam relacionados à apenas uma pessoa mal humorada integrante da equipe. O profissional em questão causava insegurança e até medo nos colegas, desestabilizava totalmente a estrutura do setor, ainda mais quando ocupava cargo de chefia. Quem almeja sucesso no mercado deve ser alegre, vibrante, acima de tudo motivado. Deixando o modismo de lado, muitos teóricos questionam a eficácia da motivação. Mas não há mais dúvida sobre a importância dessa característica. A motivação vem de dentro. Devemos querer algo de verdade, acreditar que conseguiremos e acima de tudo precisamos de pró-atividade, atitude, iniciativa para atingir os objetivos. Por isso é equivocado dizer que uma pessoa motiva ou desmotiva a outra. O que pode ocorrer é um incentivo.

Quando afirmo que uma pessoa pode ser geradora de energia e que esse perfil é importante para a definição de uma contratação ou para o crescimento qualitativo e quantitativo da Rede de Relacionamentos, o faço a partir da premissa da reciprocidade. Serei tratado da mesma maneira como trato os outros. Quando menciono o Perfil Gerador de Energia como determinante, evidentemente estou falando da energia positiva. Como citei no primeiro parágrafo, a energia negativa também é contagiante. Há pessoas que quando entram em uma sala parece que a iluminam, no mesmo instante todas as atenções se voltam para ela, irradiam alegria. Muitos dizem que isso é dom. Pois digo que não é.


Essa característica, como várias outras, que devem fazer parte do Mix de Marketing Pessoal pode ser trabalhada por qualquer interessado. O exercício começa pela manhã. Ao invés de levantar atrasado, ficar na cama até o último minuto, experimente fazer o contrário. Programe o despertador de modo que tenha tempo hábil para fazer uma oração. Independente da sua religião, ou crença, eleve seus pensamentos, agradeça e mentalize coisas boas e realizações, não só pra si mas para todos que o cercam. Em seguida tome um banho tranquilo, embaixo do chuveiro mesmo começará a cantarolar ou assoviar uma canção. Ligue o rádio um pouquinho, ou coloque um cd do seu gosto antes de sair de casa. Não tenho dúvidas que um sonoro bom dia, a primeira pessoa que encontrar na rua, virá naturalmente. E faça isso durante todo o dia, deseje bom dia, boa tarde, boa noite sempre com um sorriso nos lábios. Conte casos engraçados, cuidado com as piadinhas de mau gosto, sorria com os outros, seja otimista.


Conhece a história do “bola cheia” e o “bola murcha” do palestrante Daniel Godri? Se não, entre no site dele e confira. Seja “o bola cheia”, aquele que vê o lado positivo de todas as situações. Não tire a esperança do outro, nem seja portador de más notícias. Estenda a mão literalmente ao próximo, aperte com vontade, com prazer, demonstre alegria no ato. Elogie. Mas seja sincero ao fazê-lo. Elogie por um trabalho, por uma roupa, por uma atitude. Todos gostam de reconhecimento. Apresente-se sempre com simpatia. Tenha espírito e atitudes cooperativistas. Afirmo-lhe com convicção, tudo o que mencionei aqui é exercício e está ao alcance de todos. Se tiver problema de timidez, mais uma razão para praticar. Agindo dessa maneira você será uma pessoa lembrada, querida, marcante, sua presença será sempre bem vinda. Sua Rede de Relacionamentos (leia também Marketing Pessoal 3) aumentará sobremaneira. No Marketing Pessoal também a persistência tem papel importante. A corrida para o sucesso não tem linha de chegada, é contínua.

domingo, 25 de julho de 2010

Guaraná Jesus: Premiação e Marketing

Quando ouvimos a palavra Jesus qual é a primeira coisa que nos vem? No maranhão é diferente. Jesus é um guaraná, cor de rosa, tão consumido quanto a Coca-Cola. O refrigerante, que faz parte da cultura Maranhense, é motivo de orgulho para a região norte do país, já que hoje é consumido também nos estados do Pará e Piauí, por exemplo. Um amigo de São Luís disse que o ideal é tomar o refrigerante comendo o Arroz de Cuxá. Segundo ele a comida de origem africana é uma mistura de arroz com camarão seco, gergelim e outras ervas, que dão um sabor inigualável e faz do prato, carro-chefe da culinária do estado.


Voltando ao Guaraná, Jesus ganhou o Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, maior premiação mundial em design, e por isso está mais em evidência do que nunca. A premiação se deu pela campanha da nova identidade visual do “exótico refri”. Além de agradar especialistas em marcas o resultado final agradou ao público, o visual ficou mais moderno e a identidade não foi perdida, pois não houve, segundo consumidores, alteração no sabor. O gosto diferente, algo que lembra canela ou cravo, tutti-frutti, somado às cores da latinha e ao próprio nome fizeram com que a bebida se tornasse popular em todo o Brasil através de brincadeiras principalmente em Redes Sociais como o Facebook e o Orkut. Uma busca na internet mostra imediatamente a popularidade do simpático refrigerante, inclusive com vídeos no youtube bem engraçados e interessantes.



Mas uma pergunta é inevitável. Com mídia espontânea, divertida, gratuita e vários diferenciais, exigência do mercado, por que o produto não é comercializado em todo o país? Fácil de responder, a marca foi adquirida pela Coca-Cola, que não quer concorrente. E se você pensa que o nome Jesus é um tipo de homenagem ao Cristo, enganou-se redondamente, como eu. O criador do refrigerante, Jesus Norberto Gomes, era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. A ideia inicial do farmacêutico era criar um medicamento, deu errado. Ele transformou o experimento em uma bebida para seus netinhos e posteriormente surgiu o refrigerante que leva o nome dele. Qualquer semelhança com a história da, hoje detentora da marca, é mera coincidência. Na mão de uma empresa com potencial de investimento, que não fosse a Coca-Cola, e com todo esse marketing involuntário, certamente Jesus já estaria rendendo altos dividendos em todo o território nacional.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Seleção Brasileira - O estrategista Dunga

Seleção convocada, Dunga satisfeito e a torcida nem tanto. Mas o que significa na prática, a coerência, tão propalada pelo técnico? Significa compromisso com um projeto, com um planejamento, com um método de trabalho. Evidente que cada brasileiro, apaixonado que é pelo futebol, tem sua escalação, seus preferidos e discute inclusive tática futebolística com qualquer técnico, se caso tiver oportunidade. Somos grandes estrategistas também. E ser coerente é ser estrategista. Nos artigos “A arte da estratégia 1” e “A arte da estratégia 2” abordamos o tema, mas evidentemente sem a pretensão de esgotar a discussão, pois isso seria impossível. Como não a encerramos, aproveito para narrar aqui mais uma estória. Um senhor vivia sozinho em sua casa, grande, quintal espaçoso e uma frente ampla, mas necessitada de uma geral, que há muito não acontecia devido a escassez da “verba” após a prisão do filho. Ele queria muito revitalizar pelo menos o jardim, afinal de contas ficava na frente da casa. Porém era muita terra a ser virada antes do plantio das flores, um trabalho muito pesado. As mudas das rosas não seriam problema, no quintal havia de sobra. Seu único filho, que o ajudava ou pagava pela execução da trabalhosa tarefa, estava preso. Solitário e na esperança de arrumar uma companheira, apostaria na beleza e perfume das flores que poderiam voltar a enfeitar o enorme jardim. Ele então refletiu... e escreveu ao filho a seguinte carta. “Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe gostava tanto das flores, se lembra? E esta é a época certa para o plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois está aí na prisão. Com amor e saudade, seu pai.” Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama: “Pelo amor de Deus! Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi tudo.” Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de policiais apareceu e cavou o jardim inteiro, sem encontrar nada. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera e esta foi a resposta: “Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento.” A estratégia e coerência do técnico da seleção canarinho foi valorizar os jogadores que entenderam que existe um comando. Chamou quem entendeu que vestir a camisa da equipe deve ser motivo de orgulho para todos que tiverem oportunidade. Particularmente teria convocado pelo menos meia dúzia de jogadores diferentes. Penso que representariam melhor o Brasil na Copa da África, e certamente você também faria uma lista diferente. Mas, Dunga apostou na “sua coerência” e chamou quem ele achou que aproveitou as oportunidades nas convocações anteriores demonstrando comprometimento, orgulho e acima de tudo espírito de coletividade. Não há como negarmos que esses fatores devem ser considerados, afinal de contas o próprio nome já diz tudo, time. Na Gestão, utilizamos muito a expressão “ter a equipe na mão”, que significa ter a liderança e a gerência legitimada e reconhecida pelo grupo. Somente assim é possível uma Gestão de sucesso, com resultados satisfatórios. O técnico da Seleção Brasileira, sem dúvida é um Gestor, portanto deve agir como tal. A estratégia de Dunga foi chamar jogadores nos quais ele confia plenamente, que não questionarão sua liderança nem criarão problemas. Estratégia é tudo, mas não é sinônimo de sucesso garantido. Mas a falta dela é fracasso certo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Reginaldo Rodrigues - A arte da estratégia 1

Nunca se falou tanto em estratégia quanto nos dias atuais. Na Gestão de negócios ou pessoas, os líderes decidem e lideram a partir de estudo criterioso e planejamento de ações, que às vezes demandam muito mais tempo que as próprias ações. Prova de que a estratégia é realmente importante é o fato de “A arte da Guerra” ser livro de cabeceira não só de estudantes, mas também de presidentes de grandes corporações e, acredite, até de Big Brothers. O participante “Alemão” recitava trechos da obra para alguns colegas de programa em uma das edições. Quem não conhece, pensa tratar-se realmente de um livro da área de administração, marketing ou mesmo motivacional.
Certamente quando Sun tzu fez esses relatos há mais ou menos 2.500 anos não pensou em nada disso. O livro menciona diversas possibilidades num campo de batalha e apresenta sugestões de ações e reações de acordo com cada momento e situação. O general, responsável por grandes vitórias à frente do exército chinês, na maioria das vezes capturava os inimigos vivos. Era um profundo conhecedor de manobras e táticas militares. Tzu dizia que a arte da guerra era de total importância para o Estado.

Mas o livro do chinês que tinha como público alvo generais, chefes de estados e outros líderes militares, hoje é aplicado em todos os setores e segmentos onde existem adversários. O inimigo contemporâneo é o concorrente, àquele que pleiteia algo que alguém mais quer. Com a interdisciplinaridade, a Arte da Guerra é aplicada em várias áreas de atuação. Advogados conhecem, empresários utilizam, diretores praticam, gerentes contextualizam... dificilmente encontra-se um líder que nunca o tenha lido. Tornou-se um clássico. É a arte da estratégia. Terá mais sucesso quem for mais eficaz neste quesito. Diversos técnicos de futebol atribuem o êxito à aplicação dos conceitos da Arte da Guerra. Felipão, Parreira, Dunga e Luxemburgo são alguns dos nomes de líderes no futebol que trabalham com os conceitos de Tzu e às vezes até mencionam isto.


O conceito fundamental pregado pelo general chinês é de que nem sempre a luta direta é necessária para minar o adversário. É possível derrotar com simulações, enganando, induzindo ao erro e a atitudes precipitadas qualquer concorrente. Em se tratando de negócios e decisões mercadológicas, essa teoria encaixa como uma luva. Para o profissional do marketing é realmente interessante ser um estrategista já que a missão do marketing é encantar o cliente proporcionando satisfação e se preparar antecipando às ações do concorrente que disputa o mesmo cliente.


Quando o assunto é política, os profissionais dessa área não só dominam, como praticam entre si e contra o povo todas as estratégias possíveis para levar vantagem e enganar. Além da Arte da Guerra, os “representantes do povo” têm também um outro manual que é, “O príncipe” de Maquiavel, assunto para uma outra coluna. Uma campanha eleitoral é um verdadeiro campo de batalha e a aplicabilidade das dicas do general é testada e aprovada por unanimidade.


Mesmo depois que estão no poder, utilizam artifícios legais e ilegais, morais e imorais para se darem bem. Há algum tempo pudemos assistir, pelo menos os mais atentos, a um “show de estratégia” dos políticos de Brasília. Enquanto o povo ia para as ruas ou não saiam de frente da televisão para ver o papa passeando, falando, celebrando e canonizando, os líderes da nação aumentaram os seus salários em 28,5%.


Aproveitaram-se do encantamento das pessoas com a presença do líder católico no Brasil e reajustaram seus vencimentos. Estratégia perfeita. Quase ninguém percebeu. Ótima estratégia também da Igreja católica naquela ocasião. A vinda de um Papa ao país pode sim frear um pouco o crescimento dos Protestantes nas terras tupiniquins, se bem que com essa onda de denúncias de pedofilia dentro da instituição... Voltando ao tema salário, alguém sabe o percentual de aumento do mínimo? Ah ! Isso não interessa, agora nós temos um santo brasileiro, São Frei Galvão. Se algo faltar, pedimos a intervenção dele. Pode ser uma boa estratégia.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ética: Alicerce para um jornalismo ideal - Roney Lobato

Devolveria o troco que, por ventura, a funcionária do caixa teria lhe dado errado, se você tivesse percebido o erro? Ou faria de conta que não tivesse visto? Entregaria ao dono uma possível mala de dinheiro, encontrada na rua, se você soubesse de quem ela era? São perguntas para muitas pessoas difíceis de serem respondidas nos dias de hoje. Isso, porque o famoso “jeitinho brasileiro”, aliado à degradação dos princípios éticos tem falado mais alto no cotidiano do nosso povo.

É comum ver uma notícia na TV em que a novidade, o diferente ou o inusitado seria, justamente, o fato de alguém entregar a tal mala ou pacote de dinheiro ao devido dono. Algo que, a priori, seria via de regra de conduta para qualquer pessoa tornou-se tão incomum que, quando acontece, é motivo de divulgação e acaba virando notícia. Você devolveria o dinheiro de imediato? Ou será que pensaria duas ou mais vezes antes de fazê-lo?

Vê-se aí a importância do jornalismo, diante da complexidade das relações humanas contemporâneas. Mesmo que, a princípio, não devesse ser função do jornalista mostrar esses fatos - já que eles deveriam ser uma obrigação moral inerente a todos -, quando divulgamos esses acontecimentos, de alguma forma, é acesa uma "luzinha" no interior de cada um de nós, como um lembrete que, ao piscar, nos avisa de que nem tudo está perdido.

Mais que isso, o jornalista deve participar das principais discussões éticas e morais que ecoam pela sociedade. Deve ficar atento às quebras de decoro e desvios de conduta praticados pelos expoentes da política e gestores do país e não omiti-las. Como princípio que norteia a profissão, o jornalismo não deve nem pode fazer vista grossa aos acontecimentos que corrompem a dignidade humana e os preceitos éticos.

Já que vivemos no país onde o “ter” e o “ser” falam mais alto, é hora de o jornalista, efetivamente, ser o guardião da moral e ter o respeito pela humanidade. Falar, escrever e discursar menos em razão dos interesses particulares e mais em função da valorização do homem como ser humano. Quem sabe, talvez, primando por essa postura o jornalista possa influenciar de maneira positiva quem acredita na profissão e ainda vê no profissional da área um agente de credibilidade.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Diga sim para a vida!

Acredito que a vida deva ser vivida plenamente e manifestações de carinho atenção e gentilezas devam ser retribuídas em proporções iguais ou maiores que as recebidas. Não sou pretensioso a ponto de afirmar que todos tenham que ser um “poço” de bom humor 24 horas por dia, pois, ninguém o é. Assisti há algum tempo um filme com o ator canadense Jim Carrey e dei ótimas gargalhadas. Apesar de um humor simples o filme proporciona lições incríveis, basta buscarmos a essência para extrair esse “algo mais” sobre o qual estou falando. “Sim Senhor”, é o nome, para quem quiser assistir também. Chamou-me tanto a atenção que resolvi preparar uma palestra inspirada no filme, cujo tema é o perfil do profissional que almeja uma oportunidade no concorrido mercado de trabalho. Dei o título de: “Diga sim para o mercado”.

Já aconteceu com você de encontrar alguém que há muito não via, cumprimentar efusivamente, com simpatia e alegria extrema estampada no rosto, chamá-lo pelo nome, e receber de volta um simples “Tá bão”? Aconteceu comigo em relação ao meu amigo “Nestor”, nome fictício, mas nem sei se precisava. Meu comportamento foi o mesmo do cachorrinho de estimação em relação à chegada do dono. Ele abana a cauda, pula em volta, faz barulho, às vezes chega a sujar a roupa do dono, tal é a sua euforia e satisfação.


Muitos autores discordam da força da motivação e do bom humor como fator importante para o bom desempenho das tarefas diárias ou na resolução de problemas. Afirmo categoricamente, embasado na prática e pesquisas exploratórias, que esses autores devem rever seus conceitos, ou ampliarem suas pesquisas. Por mais que a pessoa tenha problemas ou esteja absorto na rotina do dia-a-dia, a retribuição de um sorriso não comprometerá em nada os afazeres. Uma boa conversa com alguém que gosta, ou que já tenha feito parte da sua história em um determinado momento pode ser prazerosa e até ameninar preocupações momentâneas.


Algumas dessas conversas nos fazem tão bem que temos a impressão de estarmos mais leves em seguida, mesmo que tenha durado somente uns poucos minutos. Não são poucas as oportunidades perdidas por culpa exclusivamente nossa. No Marketing, a expressão “Network”, sua rede de relações trabalhada em favor dos negócios, é cada vez mais utilizada, é preponderante para o sucesso profissional.


Proponho a você, que tem o perfil parecido com o meu, que continue assim, por mais que se frustre algumas vezes. Mas se é parecido com o meu amigo Nestor, a hora é ótima para mudanças de paradigmas. Final de um ano, início de outro, a desacelerada no ritmo da vida é natural neste período. É o momento ideal para reflexões. Não seja indiferente e frio em relação às pessoas. Comece o ano novo dizendo “Sim” para a vida, “Tá bão”?